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Os 9 papéis do Coaching

Recentemente fomos privilegiados o suficiente para assistir o curso “Coaching além da equipe” de Esther Derby e Don Grey. Normalmente temos de viajar para longe para assistir a cursos como este, mas graças a Agile42, Esther e Don vieram até nós na África do Sul – yay!

A um tempo atrás, publicamos sobre como tirar o máximo proveito de conferências e treinamentos. Depois de 2 dias de treinamento eu estava quebrada, e minha cabeça estava pronta para explodir. Eu tinha tantas ideias e coisas para pensar. Já faz uma semana e estou pronto para compartilhar alguns de meus momentos de “AH-HÁ” com vocês.

Eu sempre soube que há momentos em que você é um Coach, em seguida, um treinador, em seguida, um mentor. E eu tentei, com o tempo, tornar-me mais consciente de quando estou usando cada chapéu e decidir conscientemente o que eu deveria estar vestindo.

Esther e Don me apresentaram aos 9 papéis de Coaching. Originalmente isso é do “Escolhendo um papel para consultoria” por Douglas Champion, Davie Kiel e Jean McLendon.

os-9-papeis-do-coaching

Durante o curso, alguém refletiu que a escala horizontal também inclui um elemento de tempo. À esquerda, você pode gastar menos tempo com o cliente e à direita, você está gastando muito mais tempo com o cliente.

Qual destes 9 blocos é o seu padrão? Eu senti que o meu era professor, mas quando perguntei a Karen, ela respondeu imediatamente o Observador Reflexivo. Interessante. Especialmente quando olho para o eixo. Então eu realmente não aceito nenhuma responsabilidade pela melhoria e resultados? Mmm. Acho que é verdade.

O padrão de Karen é Especialista prático. Qualquer um que a conhece bem deve concordar com isso. Talvez seja por isso que nos equilibramos tão bem.

Pensamento: Talvez, no momento, quando é necessário deixar de lado alguma atitude, o coach que naturalmente se encaixa deve assumir a liderança…. Esta é outra razão pela qual emparelhamento como coach’s é uma boa ideia.

Esther e Don também nos pediram para pensar em um cliente em particular com quem estávamos tendo dificuldades.

 

Então pense sobre:

  • Qual papel você se vê atualmente?
  • Qual o papel que o cliente vê em você atualmente?
  • Qual o papel que o cliente espera que você preencha?

 

Se você receber respostas diferentes… Pode haver algo em que você deve trabalhar.

 

Este é um relato de Sam Laing e Karen Greaves, a respeito de um curso onde viram  o conceito das 9 competências do Coaching. Esse post foi publicado originalmente por Sam Laing e Karen Greaves em Growing Agile. Acesse aqui.

Quer ler um pouco mais sobre os papéis do Coaching? Acesse os links abaixo:

 

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O Quadro de Competências do Agile Coach

Este é um relato de Sam Laing e Karen Greaves, a respeito de um treinamento e o conceito do quadro de competências do Agile Coach, proposto por Lyssa Adkins’.

Recentemente tivemos o privilégio de assistir ao curso de Lyssa Adkins Treinando Equipes Ágeis no qual a treinadora local Antoinette Coetzee co-facilitou.  Geralmente, nós temos que viajar para longe para assistir a cursos como este, mas graças a Just Plain Agile, Lyssa fez essa viagem super longa para a até a ponta da África. (E eu acredito que ela realmente gostou  🙂  ).

Três dias de treinamento-interativo é brutal. Eu tinha tantas ideias que no final eu estava estourando. Agora, quase um mês depois, estou muito agradecida de ter tomado notas, pois do contrário eu não poderia lembrar-me de nada.

Cerca de um ano atrás eu assisti ao curso de Esther e Dons e aprendi sobre as 9 Funções do Coaching. No curso de Lyssa aprendemos sobre o Quadro de Competência de Treinamento Ágil (ACCF). O ACCF afirma uma paleta de habilidades para um bom treinador ágil. Ao contrário dos 9 papéis do Coaching, que são mais mentalidade de como você pode atuar como Coach.

accf

 

A área de Maestria Técnica me pareceu estranha, já que não faço isso. Você precisa ser capaz de dominar o lado técnico das coisas para ser um treinador ágil. Isso pode ser uma má interpretação do termo “domínio”. Aparentemente, saber sobre coisas técnicas e ser capaz de apontar equipes na direção certa é suficiente. Por exemplo: Equipe pergunta sobre testes unitários e você pode indicá-los para leitura sobre TDD ou algo similar.

A Maestria Transformacional também me incomodou um pouco. Eu a interpretei como uma completa transformação organizacional, e como coach eu prefiro não atuar nesta área com grandes organizações. No entanto, se eu interpretá-la como Gestão da Mudança, então independentemente do tamanho da organização isso é algo que eu gosto.

A ideia geral é classificar-se em cada área e, em seguida, ver onde você tem mais habilidades e onde você gostaria de melhorar.

A única área que eu acho que está faltando é a visão de si mesmo. Eu acredito que como um Agile Coach você deve “comer o seu próprio alimento de cão” e ter aplicado as técnicas que você está ensinando aos outros.

Também acho que você deve estar usando os princípios ágeis em sua própria vida e realmente estar vivendo os valores, e não apenas falar sobre eles. Eu perguntei onde isso iria caber no diagrama ACCF, e foi pensado que pode se encaixar em Agile / Lean Practitioner. Acho que posso ver isso. Mais uma vez eu interpretei que pode ser conhecimento no espaço ágil / lean e vejo que praticante poderia aplicar isso a si mesmo também.

 

Você está familiarizado com o Quadro de Competências do Agile Coach? Tem alguma área que você acha que está faltando ou que você interpreta de forma diferente?

 

Esse post foi publicado originalmente por Sam Laing e Karen Greaves em Growing Agile. Acesse aqui.

Quer ler um pouco mais sobre ACCF (Quadro de competências do Agile Coach)? Acesse os links abaixo:

 

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As 7 Principais Práticas Ágeis

O trabalho ágil consiste em sete práticas principais. Essas práticas formam um sólido ponto de partida para qualquer pessoa, equipe ou comunidade que deseje seguir o caminho para a excelência.

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Manifesto do Teste Ágil

Cerca de 3 anos atrás,  Sam Laing e Karen Greaves criaram sua versão de um manifesto de testes, como um resumo rápido da mentalidade se deve adotar ao pensar em testes ágeis. Ficou muito legal e,  o slide publicado foi retuitado e adicionado a muitas apresentações desde então.

Recentemente, elas refizeram o slide, aplicando algumas melhorias e deixando-o um pouco mais bonito e visualmente atraente:

testing-manifesto
Testing Manifesto, por Sam Laing e Karen Greaves

 

O Manifesto do Teste Ágil possui também uma versão em Português:

manifesto-do-teste
Manifesto dos Testes, traduzido por QALab

 

Devido ao sucesso, foi feita também uma versão em francês:

french-test-manifesto
Manifeste du Test, traduzido por Sam Laing e Karen Greaves

 

E você, já conhecia o Manifesto Ágil dos Testes? Como aplica no dia a dia?

Esse post foi publicado originalmente por Sam Laing e Karen graves em Growing Agile. Acesse aqui.

Quer ler um pouco mais sobre Testes Ágeis? Veja os links abaixo:

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TDCPOA 2016 – O que rolou na trilha Agile

No último dia de TDCPOA 2016 tivemos a trilha Agile. Neste post, quero compartilhar um pouco do que rolou e do que aprendi durante o dia nesta trilha!

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Independência da equipe: Como medir?

Esta semana estava conversando com um amigo sobre equipes e liderança, e dentre alguns assuntos surgiu o seguinte comentário:

Hoje, posso dizer que meu time é independente. Não dependem de mim para fazer o seu trabalho.

Com base nisto fiquei pensando: como posso medir o nível de independência da equipe?